SAAE fala sobre o impacto de lixo nas redes de esgoto

MANHUAÇU (MG)- A situação do descarte irregular de materiais nas casas, indústrias e ruas, que vão parar na rede coletora de esgoto é agravante, e os serviços para desentupimento das redes crescem a cada mês.

O descarte irregular é uma das principais causas para entupimentos e problemas nas redes. Isso significa que qualquer papel, aparelho de barbear, preservativo, ou até um simples fio dental rejeitado indevidamente, seja em ralos ou em vasos sanitários, podem ser a “gota d’água” que faltava para a obstrução de uma tubulação.

A rede coletora é projetada para receber somente 1% de material sólido – considerando o esgoto dos vasos sanitários. Com isso, os problemas são constantes. O SAAE, por exemplo, registra uma média de 62 DESENTUPIMENTOS nas redes e ligações de esgoto, além de reparos nas redes e ligações.

Problemas causados pelo lixo no esgoto

Segundo o diretor do SAAE, Luiz Carlos de Carvalho, o entupimento da rede de esgoto gera inúmeros problemas, que vão desde o extravasamento, com o retorno do esgoto para as residências, até a ruptura das tubulações, o que representa um prejuízo e tanto para o correto funcionamento do sistema de saneamento da sua cidade. “Mesmo quando não há a intenção de despejar lixo no esgoto, a desinformação e a falta de atenção em certas atividades corriqueiras podem causar transtornos para todos”, comenta Luiz.

Materiais descartados

Só para citar alguns exemplos, o óleo que escorre pela pia da cozinha enquanto você lava louça e os fios de cabelo que se acumulam no ralo do banheiro após o banho são dois dos principais vilões das tubulações que formam as redes de coleta de esgoto. Você pode fazer a sua parte para evitar todos esses problemas.

Entre outros materiais que também são comuns de serem encontrados nas tubulações estão restos de construção civil (pedras, resto de cimento, madeira, plástico, papelão, sacos) e descartes de banheiro, como papel higiênico, fio dental, absorventes, cabelo, cotonetes, tecidos e sacos plásticos. Segundo o Encanador do SAAE, Joanas Portilho, que trabalha há 22 anos com saneamento, situações inimagináveis já se passaram em relação ao serviço de desentupimento. “Já encontrei dois fetos em redes de esgoto durante meu tempo de serviço. Situação delicada, porém real. Mas, entre os objetos mais comuns achados, estão os itens de higiene pessoal.” Joanas também fala sobre a importância do descarte correto. “Descartando o lixo corretamente, além das pessoas não prejudicarem o funcionamento das redes, elas contribuem para a segurança do funcionário que presta o serviço.”

Educação ainda é melhor solução

Não descarte o óleo de cozinha na pia ou no vaso sanitário

Nada causa mais estrago a uma rede de esgoto do que a presença de gordura. Depois que esfria, o óleo que era líquido vira um bloco sólido capaz de se fixar nos canos. Com o passar do tempo, o acúmulo de gordura só cresce, o que vai reduzindo o espaço para a passagem do esgoto até provocar a completa obstrução do encanamento.

Você pode adotar iniciativas que previnem o problema. A primeira delas é a instalação e manutenção da caixa de gordura na tubulação que recebe a água da sua pia de cozinha. A caixa é uma pequena estrutura que retém a gordura e outros dejetos sólidos ao mesmo tempo em que abre passagem para os líquidos que serão lançados na rede de coleta.

Mas fique ligado. Só instalar a caixa de gordura não é suficiente. É fundamental realizar a manutenção do equipamento, fazendo uma limpeza a cada seis meses, para que ele continue com um bom funcionamento.

O SAAE atualmente investe em materiais para divulgação para a conscientização e para explicar à população a importância de não se jogar lixo nas redes. A educação dos usuários é a maneira mais eficaz de evitar o problema.

Assessoria de Imprensa- SAAE Manhuaçu

Fontes: BRK Ambiental/ EOS Consultores

SAAE oferece curso sobre perdas de água e utilização de Geofone para funcionários

MANHUAÇU (MG)- Com o objetivo de aperfeiçoar a qualidade dos serviços prestados e reduzir progressivamente o índice de perdas de água nas redes de abastecimento, o SAAE Manhuaçu promoveu nesta semana, o treinamento teórico e prático de utilização de Geofone para funcionários.

Além do treinamento, foi elaborado um procedimento de utilização do aparelho, a fim de organizar a rotina de trabalho, e definir os profissionais habilitados para executar as pesquisas de vazamento.

Mas, o que é um Geofone?

O Geofone é um amplificador eletroacústico, ou seja, um aparelho constituído de microfones que tem a função de detectar vazamentos, para posterior reparo nas redes.

O equipamento conta com um sistema de localização acústica que detecta vazamentos em tubulações localizadas dentro de estruturas ou no subsolo.

Com tecnologia de ponta para dar medições precisas e captar ruídos que são transmitidos ao operador, o Geofone foi criado especialmente para atender encanadores, prestadores de serviços de localização de vazamentos de água não visíveis, técnicos e profissionais da área em geral.

Devido a seus ótimos resultados, a utilização da ferramenta se expande a cada dia e é considerada, atualmente, a melhor maneira de detectar vazamentos no mercado.

Perdas de água

Em um sistema público de abastecimento de água, a ocorrência de perdas de água seja ela por hidrômetros obsoletos, utilização de materiais inapropriados e vazamentos nas tubulações representam um grande problema para a companhia de saneamento.

Os prejuízos são muitos:

-Danos ao patrimônio público ou privado, pela degradação do sistema viário e comprometimento das edificações devido a infiltrações de água;

-Custos elevados da companhia para buscar cada vez mais distante mananciais para suprir o abastecimento da população;

-Custo elevado com manutenção devido à utilização de materiais obsoletos;

-Prejuízos à imagem da companhia de saneamento perante a comunidade.

Segundo o diretor do SAAE, Luiz Carlos de Carvalho, o treinamento tem como objetivo evitar grandes perdas que estejam relacionadas às redes. “Alguns problemas nas redes de abastecimento de água distribuídas por toda a cidade são facilmente detectáveis, outras não são visíveis, seja por estarem enterradas ou por não possuírem grandes proporções. Dessa forma, é preciso aprimorar essa investigação com o auxílio do equipamento.”

Ainda, de acordo com Luiz, o trabalho visa apresentar métodos, materiais e procedimentos para melhoria no sistema, com metodologias mais utilizadas no mercado.

Assessoria de Imprensa- SAAE Manhuaçu

SAAE CONCLUI OBRAS NA MG-111, PRÓXIMO AO CÓRREGO FEIJOAL

MANHUAÇU (MG)- Foram concluídas no início desta semana, as obras de ampliação da rede de abastecimento de água no Córrego Feijoal, localizado na rodovia MG-111, saída para Simonésia.

Os trabalhos tiveram como intuito levar água aos moradores da região. Para a execução, o SAAE contou com o apoio da prefeita Cici Magalhães, que junto a Prefeitura Municipal de Manhuaçu, se prontificou em auxiliar a Autarquia na ampliação.

No início das obras, foram previstos a construção de 750 metros de rede de água, que seriam finalizados em um prazo de 15 dias. No entanto, no decorrer dos serviços, o SAAE construiu com o auxílio dos moradores da região, 300 metros a mais, totalizando 1.080 metros de rede, beneficiando todo o trecho e toda a população do córrego.

A equipe encerrou as atividades no local, com a colocação dos hidrômetros.

Assessoria de Imprensa- SAAE Manhuaçu

Sabão e detergente: conheça seus impactos ambientais

Foto ilustrativa

Diariamente, produtos de higiene como sabão, detergente e outros usados nas residências e indústrias atingem os sistemas de esgoto e, sem o devido tratamento, acabam indo parar em rios e lagos. Lá, causam diversos impactos nos corpos hídricos e na vida aquática.

Primeiramente, é preciso entender qual é a constituição do sabão e do detergente. Ambos possuem substâncias denominadas tensoativas, ou seja, diminuem a tensão formada entre dois líquidos. Assim, elementos como a água e o óleo perdem a capacidade de se manterem separados. Não é à toa que costumamos usar esses produtos para limpeza em geral.

O detergente possui outros compostos para melhorar o seu poder de limpeza, como os agentes sequestrantes e quelantes, que também causam impactos ao meio ambiente. Para o produto ter atratividade e resistir longos períodos na prateleira do supermercado, também são adicionados conservantes, corantes e fragrâncias.

Impactos do sabão e detergente

Em sistemas que dependem do oxigênio, como rios e lagos, os agentes tensoativos interferem nas taxas de aeração, pela redução da tensão superficial do meio, que faz com que as bolhas de ar permaneçam um menor tempo que o previsto em contato com meio. Além disso, a formação de espuma na superfície com o movimento das águas impede a entrada de luz nos corpos d’água, essencial para a fotossíntese dos organismos subaquáticos.

Outro prejuízo causado pelo sabão e detergente no meio ambiente, é a interferência que provocam nas aves aquáticas. Elas possuem um revestimento de óleo em suas penas e boiam na água graças à camada de ar que fica presa debaixo delas. Quando esse revestimento é removido, essas aves não conseguem mais boiar e se afogam.

Todos os sabões são produzidos a partir de matérias-primas biodegradáveis, óleos e gorduras que passaram por um processo de saponificação. Portanto, os sabões possuem tensoativos biodegradáveis. Já os detergentes sintéticos podem ou não ter tensoativos biodegradáveis, pois eles são provindos do petróleo, matéria-prima não renovável. Experiências mostram que os detergentes de cadeia carbônica não-ramificada são biodegradáveis, ao passo que os de cadeia ramificada não são.

Atualmente, todos devem conter tensoativos biodegradáveis, de acordo com as exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Contudo, os detergentes não são constituídos apenas de tensoativos. Eles também contêm substâncias conhecidas como agentes sequestrantes, cuja função é melhorar o poder de limpeza em águas duras (que têm maior concentração de íons de cálcio e magnésio, o que dificulta a ação do sabão e do detergente). Um dos agentes sequestrantes mais usados é o tripolifosfato de sódio. Porém, sabe-se que o uso desses agentes causa eutrofização dos corpos hídricos, pois eles são nutrientes para as algas e, quando vão parar num lago, favorecem a proliferação delas. Esse crescimento de algas em demasia interfere no equilíbrio natural e diminui o oxigênio dissolvido na água, acarretando a problemas na vida aquática. Em virtude disso, aumentou-se a pressão para retirada dessa substância e a troca por outra menos impactante ao meio ambiente. Muitas indústrias já estão diminuindo e retirando esse componente de sua fórmula.

Uma dúvida muito frequente sobre a confecção de sabão é sobre o uso da soda cáustica (NaOH). Sabe-se que ela é uma base forte (pH 14), podendo causar irritações na pele quando está no seu estado puro. Porém, quando ela é empregada na fabricação de sabão ocorre uma reação química de saponificação. A soda cáustica reage com os óleos no processo e resulta em sabão mais glicerina. Desta forma, quando o sabão passa por um processo de cura, toda soda cáustica presente reage com os óleos, formando um produto de pH próximo ao neutro.

Um dos aspectos mais relevantes para a venda dos produtos são as fragrâncias e os corantes. Esses componentes são importantes para a aceitação do produto pelo público, mas nem todas as pessoas têm uma sensação agradável pelo uso dessas substâncias. Elas podem causar alergias respiratórias, de contato, irritações e ressecamento da pele

No meio ambiente, essas substâncias podem aumentar a demanda bioquímica de oxigênio, requerendo um tratamento prévio antes de serem lançadas nos corpos hídricos. Dê sempre preferência a fragrâncias e corantes naturais, pois eles têm menos riscos de causarem alergias e causam menos impacto ao meio ambiente.

Alternativas

Qualquer produto de higiene causa algum tipo de impacto. O importante é sempre ponderar o uso e fazer escolhas certas. Usar métodos físicos de limpeza, como varrer e aspirar, são importantes para diminuição de uso de químicos.

Sempre que possível, evite o uso do sabão e do detergente, busque alternativas de limpeza com produtos caseiros e igualmente eficientes, como o vinagre e o bicarbonato de sódio.

Procure conhecer e testar os produtos de limpeza ecológicos que existem no mercado. Dê preferência aos que tenham selo de certificação. Isso significa que a empresa passou por uma auditoria sobre os processos e matérias-primas utilizadas.

Fonte: e-cycle

SAAE alerta população para período final de estiagem

Foto: Arquivo

SAAE ALERTA POPULAÇÃO PARA PERÍODO FINAL DE ESTIAGEM

MANHUAÇU (MG)- Com o aumento na demanda de consumo e devido às altas temperaturas e variações climáticas, os níveis das barragens se alteram diariamente. Não só em Manhuaçu, mas em todas as regiões do país. E é por isso que o SAAE desperta a população sobre o período final de estiagem.

A medida de alerta é necessária em razão do significativo período sem chuva nesta época do ano. É considerada uma época crítica, que ocorre no final do inverno até o início do verão.

No calor, consumimos mais água, mas as chuvas são mais constantes. Já neste período em que nos encontramos, consumimos água, mas não temos chuvas, daí vem o chamado “período crítico”. Por esse motivo, é muito importante a colaboração de todos.

Neste estágio, a baixa pressão da água afeta as residências das partes altas, que acabam sendo as mais penalizadas. As casas nas partes baixas têm reflexos minimizados, onde o abastecimento ocorre primeiro, e consequentemente há maior pressão nas redes, mas nem por isso o consumo deve ser exagerado.

Essa economia de água pode ser feita com ações simples em casa: fechar o chuveiro ao ensaboar-se, por exemplo, reduz o consumo de 180 litros para apenas 48 litros a cada banho; além disso, feche a torneira ao escovar os dentes e ao lavar mãos e rosto; verifique vazamentos em canos e torneiras; use a vassoura para limpar a calçada; feche a caixa d’água para evitar evaporação e, claro, a proliferação de larvas do mosquito Aedes aegypti; e utilize a mangueira de forma moderada, pois sua utilização por 15 minutos consome cerca de 180 litros de água limpa.

*Lembrando que, funcionários responsáveis estão sempre monitorando os níveis de reservatórios da cidade e distritos através de nosso sistema de Telemetria.

Assessoria de Imprensa- SAAE Manhuaçu

SAAE ESCLARECE REVISÃO DA TARIFA DE ÁGUA EM MANHUAÇU

MANHUAÇU (MG)- Depois de investir em obras e melhorias, após a mudança de cobrança na tarifa no ano de 2018, o SAAE esclarece aos consumidores o reajuste tarifário que será aplicado neste ano. O índice aplicado é de 16%. A grande parcela da população se encaixa na faixa residencial, onde os valores são mais baixos.

O SAAE é uma autarquia que vive do que arrecada, por isso existem os reajustes, a exemplo de outras cidades da região e até mesmo da Copasa, que é do Governo de Minas Gerais.

A Chefe do Setor Administrativo do SAAE Manhuaçu, Maria Aparecida Sousa, explica que o órgão regulador calculou a necessidade de um aumento na receita de 21%, que aplicado na tarifa teve uma média de 16%. “Não podemos, nem queremos subir a tarifa em uma porcentagem elevada. Até porque, 70% dos usuários em Manhuaçu e distritos se encaixam no consumo residencial, que é o consumo de até 15 m³, ou seja, a maioria da população utiliza a água para consumo humano. Salientando que, a água é um bem finito.”

Atualmente, em uma família de 4 pessoas, o consumo médio é de 5m³/mês. Em relação ao valor, sairia em média por R$18,43. Com o reajuste esse valor chega a R$22,40, um aumento de R$ 3,03. Já para a Tarifa Social, o reajuste mantém a porcentagem de 50% de desconto, que se encaixa na TBO e no valor por metro (até 10 m³), ou seja, pagam a metade.

O Chefe da Seção de Contabilidade, Áureo Adriano, explica que tudo isso é feito através de um processo criterioso. “Agora, terminado o prazo de Consulta Pública, teremos uma Audiência Pública, e depois esperamos o processo de homologação.”

A Audiência Publica acontecerá no 25/09, a partir das 18:00 horas, na Câmara Municipal, para esclarecimentos à população sobre a revisão de tarifas.

REVISÃO E COMPARATIVO

Áureo ainda lembra que não é apenas em Manhuaçu. A Copasa, os SAAEs de outras cidades, enfim, os órgãos de saneamento seguem uma normativa para que as revisões de tarifas de água sejam feitas. No caso daqui, a regra passou a ser aplicada em 2018. “No ano anterior, mudamos a forma de cobrança, passando a ser através do consumo real, junto com a TBO (Tarifa Básica Operacional). Já o reajuste de 2019, será aplicado para conseguirmos manter nossos insumos, que cresceram.”

Contudo, o SAAE ressalta que ainda assim, tem a tarifa mais baixa da região, comparando a outros municípios e com outras concessionárias de água.

INVESTIMENTOS

A compra de novos veículos para aperfeiçoar os trabalhos e a logística dos mesmos, aquisição de materiais, reservatórios e bombas, aquisição de asfalto, sistema de Telemetria, reforma da Estação de Tratamento de Água, construção de novas redes e o novo ponto de atendimento, foram os que mais se destacaram nos últimos doze meses. Mas muito, além disso, foi feito e melhorado no sistema, buscando atender os cidadãos.

Segundo o diretor da Autarquia, Luiz Carlos de Carvalho, desde que foi mudada a forma de cobrança na conta de água, os investimentos no SAAE não pararam, mas ainda há muito a ser realizado. “Nós temos investimentos que precisam ser feitos para desenvolvimento no abastecimento de água e esgoto. Por isso, se faz necessário a revisão das tarifas.”

Luiz ainda destaca o fato das redes de Manhuaçu e distritos, serem antigas. “Temos redes com mais de 50 anos. Consertamos em um local, mas depois arrebenta em outro. Estamos sempre trocando, ampliando redes para manter tudo em funcionamento. Não é somente tratar a água e levar até o consumidor. Tem todo um processo funcionando por trás.”

Lembrando que a conta de água ainda subsidia o esgoto, onde o SAAE tem um gasto em mão de obra de 75%. Isso não é cobrado do usuário.

Assessoria de Imprensa- SAAE Manhuaçu

Água com gás faz mal? Entenda os mitos e verdades sobre a bebida

Foto ilustrativa

Água com gás, rodelas de limão e gelo. Essa é uma combinação que muita gente opta nas refeições ou em momentos que pedem uma bebida refrescante. Ela também é uma alternativa para quem está tentando desapegar do refrigerante, mas não abre mão de uma bebida gaseificada.

Porém, muitas dúvidas rondam a água com gás: ela faz mal à saúde? Ela é contra-indicada às grávidas? Faz mal aos dentes? De fato, são muitas perguntas e mitos que rondam a bebida.

Mito 1. Água com gás faz mal aos dentes

Não. Como já falamos por aqui, o pH da água com gás não é baixo o suficiente para danificar o esmalte dos dentes, de acordo com um estudo publicado no no Journal of American Dental Association.

Mas preste atenção ao rótulo: água tônica, água com flavorizantes e com ácidos cítricos podem conter açúcar e até causar erosão do esmalte do dente. 

Mito 2. Água com gás não hidrata como água normal

Para os amantes da água com gás, saiba que vocês têm outra razão para continuar adorando a bebida: um estudo do American Journal of Clinical Nutrition comparou água normal e com gás e concluiu que ambas hidratam igualmente. 

Estudos mostram que quem toma as duas bebidas regularmente não apresenta esse problema.

Mito 3. Água com gás faz mal ao estômago

Por possuir um pH um pouco mais ácido (entre 5 e 6) do que a água normal (7), ela não deve ser consumida em excesso por pessoas com gastrite ou duodenite.

“Pela presença do dióxido de carbono, se ingerida em grande quantidade, a bebida pode causar uma ligeira dilatação do estômago resultando em um leve desconforto”, explicou o Hospital Albert Einstein

Mito 4. Água com gás é proibida na gravidez

Não existe contra-indicação, mas bebidas com gás, inclusive a água, pode prejudicar a digestão. Por causa do gás, a bebida pode aumentar o volume do estômago e causar desconforto.

Se você não quer abrir mão dela, é aconselhável beber entre as refeições e não durante. Além do mal-estar, ela não apresenta outros riscos.

Mito 5. Ingerir muita água com gás faz mal 

Em excesso, a água com gás pode causar desconforto, por expandir o estômago e causar gases, mas ela não faz mal à saúde. 

É bom lembrar, porém, que a água com gás deve ser evitada durante o exercício. A carbonação dela pode causar inchaço no estômago e desconforto.

Moral da história: se for para beber moderadamente, a água com gás é segura e hidrata tanto quanto a água normal. 

Fonte: Huffpostbrasil

Prefeita Cici Magalhães comparece ao início das obras de rede de abastecimento de água na MG-111

MANHUAÇU (MG)– O SAAE Manhuaçu começou hoje, 26 de Agosto, as obras de construção da rede de água na MG-111, sentido Simonésia até o Córrego Feijoal.

O trecho foi atualmente decretado com parte do município, do Km 74,8 ao Km 79,8, com extensão de 5 km (cinco quilômetros), após conquista do Deputado Estadual, João Magalhães.

A prefeita Cici Magalhães autorizou que as obras para a construção da rede, fossem executadas como forma de benefício aos moradores da região. Cici esteve ao local dos trabalhos logo pela manhã, e frisou a importância das ações em equipe, principalmente entre a prefeitura e o SAAE, que estão sempre em sintonia em todos os serviços prestados à comunidade. “É importante trazer melhorias para todas as regiões de Manhuaçu. A população aguardava este projeto que hoje é realidade.”

Cici ainda percorreu o trajeto, onde serão construídos mais de 750 metros de rede de água, conversou com moradores do córrego e acompanhou o início dos trabalhos que estão sendo feitos graças à aquisição (em relação ao trecho) do Deputado João Magalhães, Prefeitura de Manhuaçu e SAAE.

Junto à prefeita, o diretor do SAAE, Luiz Carlos de Carvalho, comentou que a obra é mais um passo da Autarquia para com seu crescimento. “O SAAE vem executando mensalmente constantes obras que são destinadas ao conforto da população, que necessita de um abastecimento de qualidade. Nossa parceria com o município se consolida cada vez mais, e com isso conseguimos sempre estar em desenvolvimento constante.”

Luiz ainda destaca o empenho tanto de sua equipe interna e externa, que trabalha alinhada para que os serviços prestados à população sejam feitos de maneira ágil e correta. “Quando não é um trabalho emergencial, sempre estamos organizados para concluir as obras e serviços já prestados, de maneira que não prejudique a população. Além disso, o SAAE prioriza sempre informar sobre todas as atividades desempenhadas.”

Assessoria de Imprensa- SAAE Manhuaçu